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Slipknot
domingo, 10 de novembro de 2013 Marcadores: Músicas Seja o primeiro a comentar!
Slipknot
Slipknot é uma banda de metal norte-americana formada em Des Moines, Iowa. É constituída por nove membros,
sendo eles atualmente: Sid Wilson (DJ), Joey
Jordison (Bateria), Donnie Steele
(Baixo), Chris Fehn (Percussão), James Root (Guitarra), Craig Jones
(Tecladista), Shawn Crahan (Percussão), Mick Thomson (Guitarra) e Corey Taylor (Vocal). O alinhamento da
banda manteve-se inalterado desde 1999 até 2010. Cada membro usa uma máscara
distinta.
Vocalista(Com máscara)
Vocalista(Sem máscara)
A banda foi formada em 1995 e
sofreu várias mudanças de alinhamento após o lançamento do disco independente Mate. Feed Kill. , em 1996. O seu álbum hormônio de estréia foi lançado
em 1999, tendo sido sucedido por Iowa
em 2001 e Vol. 3: (The Subliminal Verses),em 2004. A 25 de agosto de
2008, a banda lançou o seu quarto álbum de estúdio, All Hope Is Gone, que se estreou em 1º
lugar na tabela norte-americana Billboard
200. A banda lançou também quatro DVDs incluindo Disasterpieces em 2002, que foi
certificado com quádrupla platina nos Estados Unidos. O seu DVD mais recente é
o (sic) nesses que foi lançando nos cinemas americanos no dia 26/08/2010, mas
indo para as lojas apenas no dia seguinte. Os integrantes da banda falam que
esse DVD foi em homenagem ao Paul Gray, já que foi um dos seus últimos shows. O
(sic) nesses foi gravado em 2009 no Download Festival e atingiram
aproximadamente 80 mil espectadores.
Em 24 de maio de 2010,
a banda perdeu seu baixista Paul
Gray. Paul foi encontrado morto em um quarto de hotel por overdose de morfina.
A banda pronunciou-se no dia 25 de maio, um dia após sua morte, estavam lá
presentes todos os membros da banda, além de Brenna (a mulher de Paul) e Tony
Gray, irmão de Paul.
O estilo da banda já
foi descrito como heavy metal, nu metal, metal alternativo, thrash metal,
crossover thrash, hardcore punk e rap metal.
Álbum de estreia e o sucesso
Comercial (1998 – 2001)
No final de 1998, Slipknot voltou ao estúdio de gravação para trabalhar
em seu álbum de estreia. No início de 1999, o guitarrista Brainard decidiu
deixar a banda devido a motivos pessoais. Sua substituição foi James Root deixando
a banda com o line-up que mantêm. Gravação concluída no Início de 1999, com
"Me Inside" e "Purity", a banda participou do Ozzfest,
que começou em março. Em 29 de junho de 1999, a banda liberou seu álbum Slipknot.
Em relação ao álbum, Rick Anderson do Allmusic escreveu "Você pensou
Limp Bizkit foi pesado? O Osmonds. Slipknot é outra coisa completamente."
A banda realizou o Livin La Vida Loco Tour a turnê de apoio ao álbum Slipknot.
O álbum Slipknot inclui variações de canções lançadas anteriormente, incluindo
"(sic)", uma versão da canção anterior "Slipknot". Essas versões foram mais rápidas do que
as suas gravações anteriores e esta mudança na intensidade foi saudada por
antigos fãs. No mesmo ano, Slipknot liberou seu primeiro vídeo doméstico Welcome
To Our Neighborhood (que mais tarde foi lançado em DVD em 2003). No início
de 2000, Slipknot foi certificado a platina. Em Julho de 2001, o álbum Slipknot
foi nomeado como um dos "50 Álbuns mais pesados de todos os tempos".
Influências e Estilo
A banda tem afirmado
que suas principais influências incluem Led
Zeppelin, Black Sabbath, Slayer,
Judas Priest, Korn, AC/DC, Kiss e
Beastie Boys. Death metal e heavy
metal têm sido mencionados como
uma das principais influências da banda sobre a direção musical juntamente com new metal, como a banda geralmente é
apresentada. Eles também afirmaram que são influenciados por bandas industriais
como Head Of David, Godflesh e Skinny
Puppy, ou também Neurosis e jungle
music como Roni Size.
Eles podem ser
comparados com grupos como Pantera, Machine Head, Biohazard, Life Of Agony, e Prong, que também são conhecidos por
serem caóticos e energéticos nos shows ao vivo. Robert Cherry da Rolling
Stone chamou o som sonoro do Slipknot de "uma máquina debulhante
devorando um corpo militar.". Em trabalho mais recente, o estilo de
"vocal escandaloso" continua presente, mas agora inclui mais melodias.
As letras geralmente seguem um tom muito agressivo e apresentam temas como a
escuridão, niilismo, raiva, desinteresse, ódio, misantropia, nocauteio e
psicose. Rick Anderson do Allmusic respeita as letras do grupo, como
"geralmente não cotável para um site de família". Houve
controvérsia em torno das letras do Slipknot, incluindo um caso em que um par
de jovens assassinos culpou a letra da canção "Disaterpiece" como um
crime vicioso, e um caso em 2006, em que letra da canção "Surfacing"
foi encontrada no local de uma sepultura. No ano de 2008 um jovem de 18 anos
assassinou um colega de classe na África do sul. O homicida empunhava uma
espada e tinha uma máscara kabuki parecida com a de Joey Jordison, dos
Slipknot, de acordo com o depoimento de autoridades e testemunhas.
"Sabemos que a música errada e as drogas dão mau resultado. Os mais novos
precisam estar informados sobre os efeitos da música satânica", defende
Pierre Efsteen, diretor de uma instituição de apoio a estudantes. Já a polícia
sul-africana tem uma opinião distinta: "Sempre que há um homicídio, as
pessoas tiram conclusões precipitadas, e acham sempre que foi Deus ou o Demônio
que mandou os assassinos matarem", lembra o chefe do departamento de
psicologia da polícia local. A banda não se pronunciou sobre o ocorrido.
Identidades
A banda é conhecida
por sua imagem que chama a atenção. Os membros vestem uniformes industriais,
têm máscaras exclusivas, respectivamente, e têm apelidos que são simplesmente
números. A ideia original de usar máscaras durante os shows é muitas vezes atribuída
a uma máscara de palhaço que o percussionista Shawn
Crahan trazia para os ensaios,
quando a banda começou. Com o conceito que foi desenvolvido no final de 1997, a
banda decidiu que cada músico teria que usar máscaras e macacões originais
correspondentes. O vocalista
Taylor disse, quando questionado sobre as máscaras em 2002: "É a forma de nos tornarmos
mais íntimos com a música, é uma maneira de nos tornarmos inconscientes de quem
somos e o que fazemos fora da música".O conceito dos macacões industriais
tem sido descrito como uma resposta ao mercantilismo no negócio da música e levou à ideia
de atribuir os membros da banda aliases numéricos. "Originalmente, nós
iríamos vestir os macacões [...] achamos que poderíamos muito bem levar isso
diante de nós mesmos. [...] Nós estávamos basicamente dizendo: 'Ei, nós somos
um produto!" explicou Taylor. Sua imagem tem sido alvo de muitas
críticas, geralmente considerado como um artifício para tentar vender mais
álbuns. A banda crítica
fortemente essas reivindicações, proclamando que as máscaras são usadas para
chamar a atenção sobre si mesmo como indivíduos e colocá-los na música. Vários membros da banda têm observado
que o uso das máscaras também ajuda a manter sua vida pessoal privada. Durante
uma entrevista em 2005, o
percussionista Chris Fehn chegou a dizer que era uma “bênção”
ela não serem reconhecidos.
Ao longo da sua
carreira, o Slipknot têm sempre desenvolvido a sua imagem. Mudando os uniformes
e máscaras de cada membro em conformidade com o lançamento de cada álbum. As máscaras não mudam completamente,
mas contém novos elementos. O baterista Joey Jordison abordou a questão em uma
entrevista em 2004, afirmando que é para mostrar crescimento e diferença dentro
da idade de cada indivíduo. Ao lado de suas máscaras habituais, o Slipknot
incorporaram máscaras especiais por razões específicas ao longo do sua
carreira. Mais notavelmente, pois o vídeo da música e performances ao vivo da
música “Vermilion” em 2004 e 2005,
os integrantes da banda usavam máscaras da morte feitas a partir de moldes do
próprio rosto. Então, em 2008, a banda usava um conjunto de
grandes máscaras "máscaras do purgatório" que são vistas queimando no
videoclipe de Psychosocial.
No início, as máscaras do Slipknot eram feitas por eles mesmos, no entanto,
desde 2001, elas passaram a ser criadas pelo artista de
efeitos especiais e músico Screaming
Mad George.
Dragon Ball Z A Batalha Dos Deuses
quarta-feira, 6 de novembro de 2013 Marcadores: Geral Seja o primeiro a comentar!
Dragon Ball Z A Batalha Dos Deuses
O Filme
Dragon Ball Z: Battle of Gods (ドラゴンボールZ 神と神, Doragon Bōru Zetto: Kami to Kami?, lit. "Dragon Ball Z: Deus e Deus"; no Brasil, Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses ) é um filme japonês de 2013 dirigido por Masahiro Hosoda. A estreia no Japão ocorreu em 30 de
março seu lançamento em DVD e Blu-ray ocorrerão em 13 de
setembro de 2013.
No Brasil, a distribuidora Diamond Films anunciou que a estréia do filme ocorrerá em 11 de outubro de 2013. A
dublagem feita no estúdio Unidub utilizou-se da maioria dos dubladores usados
na série original.
Os eventos de Battle of Gods ocorrem quatro anos após a batalha com Majin Buu, que
determinou o destino de todo o universo. Bills é o deus da destruição, e tem a
tarefa de manter algum tipo de equilíbrio no universo. Depois de acordar de um
longo sono, Bills é visitado por Whis e ele descobre que o galáctico Freeza foi derrotado por um Super Saiyajin
do Quadrante Norte do universo, chamado Goku, que também é
um ex-aluno do Senhor Kaiō do Norte.
39 anos atrás, quando Goku ainda criança foi encontrado por Son Gohan, o Peixe do Oráculo através de seus poderes proféticos contou
a Bills que um forte oponente iria aparecer para enfrentá-lo. Bills, junto de
seu misterioso ajudante, Whis, sai a procura desse guerreiro: Goku, que estava
no planeta do Senhor Kaiō. Lá, ele o desafia, e mesmo com os avisos do Senhor
Kaiō, Goku transformado em Super Saiyajin Três luta, e é derrotado. Bills então
vai embora, mas sua observação sinistra de “não há ninguém mais digno na Terra
para destruir”?
Procurando por guerreiros mais fortes, Bills vai à Terra. Os heróis e
seus amigos estão na Corporação Cápsula, onde eles estão comemorando o
aniversário de Bulma. Bills enfrenta e facilmente derrota um após o outro ― Kuririn, Gohan, Piccolo, Goten, Trunks, Tenshinhan, Pilaf, Vegeta.
O Nome Bills no seu inicio derivaria da
palavra ビルス (bi·Ru·su) vírus em alemão, porém o próprio Akira Toriyama
pensou em se tratar da palavra Beer cerveja em inglês. Por conta disto ele deu
o nome do assistente de Bills de Whis, que deriva de “whiskey” (ウイスキー
uisukī) uísque em japonês. Por conta deste caso, a informação oficial da Toei é
que o nome Bills deriva de Beer, conforme Akira Toriyama pensou.
O Jogo
Juntamente com o lançamento do filme foi
lançado também um jogo para a divulgação do mesmo. Intitulado "Dragon Ball
Z: A Batalha dos Deuses - O Jogo", o game foi desenvolvido pelas empresas
brasileiras Aiyra (http://www.aiyra.com) e Duckbill (http://www.duckbillgames.com.br,
sob autorização da distribuidora Diamond Filmes). O lançamento do game ficou a
cargo da também brasileira Nuuvem (http://www.nuuvem.com.br) O game está
disponível para download gratuito no linkhttp://abatalhadosdeuses.nuuvem.com.br/,
e curiosamente possui versões para Windows, Mac e Linux. A critica ao game foi
bastante positiva, como no portal Techtudo (http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/s/dragon-ball-z-batalha-dos-deuses.html)
Meus Vídeos
Marcadores: Jogos, Vídeos Seja o primeiro a comentar!
Galerinha do mal..............rarararara
Eu e meus amigos fizemos um canal para postarmos Gameplays,Tutoriais e Vídeos Aulas para vocês curtirem cada vez mais os novos games lançados!
Inscrevam-se no Anonymous Gamers no Youtube e em Sullivan Patrick,ainda estamos sem condições de vídeo,por isso ainda não temos nenhum postado,mas eu já gravei uns,kkkkkk
Até Mais!
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Battlefield 4
sábado, 2 de novembro de 2013 Marcadores: Jogos, Jogos PC, Jogos PlayStation, Trailers, Wii, Xbox Jogos Seja o primeiro a comentar!
Faaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalaaa galerinha do mal,aqui quem fala é o Anonymous Gamer................e com vocês::::::::::BATTLEFIELD 4 EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Alegria!hehe
Prepara em...1.2.3,vai:

Alegria!hehe
Prepara em...1.2.3,vai:
Battlefield" está se volta! Depois da terceira edição, lançada há 2 anos, que chegou arrasando quarteirões usando a até então inédita engine Frostbite 2, a quarta edição chega sem muitas surpresas. Por incrível que pareça, o jogo chega a ser inferior ao episódio anterior, principalmente na parte single-player.
O grande problema é que "Battlefield 3" inovou e revolucionou na engine, na física, no realismo, no som, nas táticas de jogo e ainda trouxe um single-player interessante, embora curto. Sendo assim, "Battlefield 4" teria também que inovar em muitas coisas para ter o mesmo impacto causado pelo antecessor, o que não é o caso. Mas isso não quer dizer que o jogo seja ruim. Muito pelo contrário: "Battlefield 4" é um excelente jogo e você saberá os motivos ao ler essa análise.
Histórinha
Mesmo que a franquia "Battlefield" seja originalmente um jogo multiplayer, é uma pena que a DICE ainda não dê muita atenção na parte single-player. O problema aqui é o fato da história ser incrivelmente curta, com apenas 7 missões, sendo que algumas delas nem variam muito de cenário, o que acaba se tornando repetitiva mesmo com pouquíssimas missões.
Isso deixa claro que o modo single-player serve apenas para mostrar o poderio gráfico da engine Frostbite 3.0. Isso fica mais óbvio ao jogar qualquer partida multiplayer: os gráficos caem vertiginosamente, embora ainda continuem bons e rodando bem em qualquer máquina de 2 anos atrás.
O jogo se passa em uma época em que as relações entre Estados Unidos e China se tornaram perigosas, com ameaças de ambos os lados, principalmente quando o futuro líder do país, Jin Jié, é assassinado e os Estados Unidos acusados pelo crime. Enquanto isso, na China, o comandante chinês Chang se aproveita da situação de "quase guerra" para aplicar um golpe militar e chegar ao poder.
No meio desse caos, o jogador assume o papel do Sargento Daniel Recker, membro de um grupo de soldados de elite conhecido como esquadrãoTombstone. O jogo começa exatamente com esse esquadrão em uma missão para coletar informações em Baku, no Azerbaijão, quando o seu time é descoberto e o jogador tem que fugir através dos ataques das tropas russas.
Sem entender a situação, o grupo descobre que um general russo - e desertor - confirmou que a Rússia estaria disposta a apoiar Chang em um golpe militar. Quando voltam ao porta-aviões americano USS Valkyrie, eles decidem ir para Xangai (China) com o objetivo de tirar algumas pessoas importantes do país. Lá, encontram um misterioso casal chinês junto com um agente da CIA chamado Laszlo Kovic. À partir daí a história toma forma e qualquer coisa dita agora pode se tornar um spoiler. Tudo é bem previsível e na metade do jogo já dá para perceber qual será o final.
Com a poderosa engine Frostbite 3 e os armamentos que o jogo possui, assim como as dezenas de veículos, o modo single-player poderia ser épico, o que agradaria uma gama maior de jogadores. Pena que não seja bem assim.
Jogabilidade e Multiplayer
Todos os jogos da franquia "Battlefield" sempre tiverem a mesma qualidade na jogabilidade. É de fato uma marca registrada e o ponto forte da série, principalmente no uso - e abuso - de veículos de todos os tipos. Sejam terrestres, aquáticos ou aéreos. O limitadíssimo modo single-player não traz nem 10% do que o jogo oferece em material bélico, o que é uma pena. Mas mesmo assim, existem momentos espetaculares e frenéticos na campanha, que realmente tiram o fôlego. Isso demonstra que "Battlefield" tem potencial para um single-player arrebatador.
Por outro lado, o multiplayer cresce e se aprimora a cada nova edição. O grande destaque dessa vez é a destruição quase que total do cenário, em grande escala, criando a possibilidade de usar novas táticas e/ou mudá-las forçadamente quando menos se espera. Para se ter uma ideia, existem momentos épicos como, por exemplo, quando um hotel desaba quase inteiramente abrindo caminho para o fogo inimigo, ou quando uma represa é totalmente destruída, levando tudo que está pela frente, incluindo os jogadores.
A versão PC suporta até 64 jogadores e há oito modos de jogo: Conquest Large, Conquest, Obliteration, Domination, Rush, Squad DM, Team DM eDefuse. De todos os modos, o destaque fica com o inédito Obliteration, onde as equipes lutam entre si para capturar uma determinada bomba e usá-la para explodir as posições inimigas.
"Battlefield 4" traz um total de 10 mapas, cada um com suas peculiaridades. são eles: Zavod 311, Lancang Dam, Flood Zone, Golmud Railway, Paracel Storm, Operation Locker, Hainan Resort, Siege of Shanghai, Rogue Transmission e Dawnbreaker.
O mais interessante na parte multiplayer é que o jogador poder ser novamente o Comandante de sua equipe. Nesse caso, ele controla a sua equipe dando ordens de como, quando e onde ir, usando uma visão de um painel estratégico como se tivesse em um tablet. Ele pode ainda enviar reforços para um determinado local onde sua equipe está sendo atacada, dependendo do modo de jogo que tiver jogando, claro.
Gráficos e Áudio Avançados
A minúscula parte single-player serve ao menos para mostrar o potencial gráfico da nova versão da engine Frostbite com suporte total ao DirectX 11.1. Como a engine é a mesma de "Battlefield 3", o jogador vai se familiarizar com os gráficos de 2 anos atrás, com os efeitos de iluminação - aquela película que simula poeira ao olhar para algum spot de luz -, com a qualidade de sombras e ainda a convincente animação corporal e da face dos personagens. O visual é maravilhoso, com a adição de pequenos detalhes visuais e uma melhor otimização, que deixa o jogo mais suave e fluido.
A primeira coisa que se nota nesta nova versão é o efeito de clima, seja uma ventania, um temporal ou um tufão quase devastador. O efeito gerado pelos ventos é de encher os olhos de tal forma que o jogador para por alguns segundos - que podem ser fatais - apenas para olhar a sua volta e vislumbrar o cenário.
Outro ponto bastante aprimorado é a destruição dos cenários. Agora praticamente tudo pode ser destruído, seja um muro, uma parede, até uma enorme pedra. Isso cria uma outra forma de pensar na estratégia, porque o jogador pode achar que está seguro e, na verdade, em um segundo tudo pode ir abaixo.
A engine Frostbite é extremamente poderosa e com certeza ainda vai durar muito anos, até porque vários jogos estão sendo produzidos com esta nova versão. Mas há problemas nela, que vão desde personagens presos em paredes ou objetos, até armas e corpos que flutuam pelo cenário depois de mortos.
Já a pior coisa é o mar do modo single-player. Chega a ser absurda a péssima qualidade nas missões que se passam em alto mar. Parecem bolhas que vão crescendo e diminuindo em um ritmo fixo, tentando simular ondas. Realmente feio, à ponto de assustar e destoar completamente do resto do jogo. Está na hora da DICE ter umas aulinhas com a Rockstar de como criar uma água realista sem precisar usar tecnologias avançadas. O cruioso é que, no modo multiplayer, o mar está bem mais bonito e com um toque mais realista, embora ainda continue aquém de outros jogos do mercado.
A texturização do jogo está bem melhor. Agora é possível até identificar o tipo de material usado para "tecer" as roupas dos personagens. A qualidade está absurda na maioria das texturas dos cenários, embora algumas ainda deixem a desejar como, por exemplo, as texturas do chão. Isso é curioso porque em alguns cenários, essas texturas do solo estão impecáveis, já em outros ficam extremamente borradas. Fica evidente a falta de comprometimento com o single-player.
Na parte do áudio, a grande novidade é ter pela primeira vez uma dublagem brasileira e com dois atores famosos: Dan Stulbach e André Ramiro, o inesquecível Tenente Mathias dos filmes "Tropa de Elite". O problema na dublagem é que a voz de Dan Stulbach definitivamente não combina com o personagem Clayton "Pac", destoa do clima do jogo, não passa determinação e força que se exige em uma guerra. Já voz de André Ramiro, combina perfeitamente com o personagem Kimble "Irish" Graves, inclusive usa jargão do filme Tropa de Elite, o que dá um tom mais realístico no jogo. Ele fala palavrão, reclama, dá bronca nos soldados, é grosseiro em vários momentos e com certeza é o maior destaque da dublagem e condiz exatamente com o que a situação de caos exige.
O som dos tiros, explosões, destruições, vento, passos, e muitas coisas estão incríveis. Ao usar um sistema de som com suporte 5.1, a sensação é de estar em uma guerra de verdade. Cada arma tem um som diferente, incluindo o manuseio e os tiros. E alguns deles chegam a assustar de verdade. Isso sem falar no impacto delas nos muros, paredes e objetos, perto do jogador. O já conhecido modo "som de guerra" de Battlefield traz outro realismo que pode até ser perturbador para quem não está acostumado com jogos desse tipo. Nesse caso, o som fica quase todo distorcido, com zumbido ao fundo, vozes quase imperceptíveis, e som dos tiros quase ensurdecedores, assim como deve ser em uma guerra.
E olha que ainda temos as expansões em:
Battlefield 4 ganhará mais uma expansão este ano, chamada China Rising. Com quatro mapas inspirados em cenários do país asiático, além de novos veículos e equipamentos, o DLC será lançado em 3 de dezembro para assinantes do serviço Premium.
Duas semanas depois, o acesso ao conteúdo será liberado para os demais usuários. Além disso, China Rising será disponibilizado gratuitamente para todos aqueles que realizaram a compra antecipada de Battlefield 4. O jogo chegou às lojas nesta terça-feira (29).
China Rising será a primeira expansão a trazer conteúdo inédito para o game. Antes dela, em 22 de novembro, a Electronic Arts irá liberar o pacote Second Assault, que traz reimaginações de mapas consagrados de Battlefield 3 para serem jogados no novo título da franquia.
Chega mais o Trailer:
Call of Duty Ghost
Marcadores: Jogos, Jogos PC, Jogos PlayStation, Trailers, Wii, Xbox Jogos Seja o primeiro a comentar!
Fala Galera...chegou aquele momento esperado que da aquele friozinho na barriga,porque eu vou falar sobre um jogo que pouco gente sabe falar o nome certo,tipo Call of Dúti,kkkkkkkkkkkk,eu racho quando falam assim,hehe.....mas em fim vamos lá né?!
Em um futuro não muito distante, um ataque devastador mudou para sempre a balança global do poder: os Estados Unidos não mais são reconhecidos como uma super-potência. Dez anos depois, uma unidade de elite conhecida como Ghosts inicia uma guerra silenciosa contra um inimigo invisível, e o resultado pode trazer enormes consequências tanto para si mesmos como para o que resta da América.
Call of Duty: Ghosts é um futuro videogame de tiro em primeira pessoa. É o décimo jogo da série Call of Duty. O jogo está a ser produzido pela Infinity Ward, com a assistência da Raven Software e da Neversoft.
Ghosts está previsto ser lançado para o PlayStation 3, Xbox 360, Wii U e Microsoft Windows em 5 de Novembro de 2013.As versões para PlayStation 4 e Xbox One serão lançadas numa data posterior como titulo de lançamento, a 15 de Novembro e 22 de Novembro, respectivamente. Em um futuro não muito distante, um ataque devastador mudou para sempre a balança global do poder: os Estados Unidos não mais são reconhecidos como uma super-potência. Dez anos depois, uma unidade de elite conhecida como Ghosts inicia uma guerra silenciosa contra um inimigo invisível, e o resultado pode trazer enormes consequências tanto para si mesmos como para o que resta da América.
Em 7 de Fevereiro de 2013, Activision confirmou que um jogo da série Call of Duty estava em desenvolvimento e seria lançado na Q4 2013. Quando questionado sobre o jogo anteriormente especulado Modern Warfare 4 (sequência deModern Warfare 3), o produtor executivo da Infinity Ward Mark Rubin disse:
| "Todos estavam esperando nós criarmos Modern Warfare 4, o que seria a coisa segura a fazer. Mas não vamos descansar. Vimos a mudança dos consoles como a oportunidade perfeita para iniciar um novo capítulo para o Call of Duty. Então, nós estamos construindo uma nova sub-marca, um novo motor, e um monte de novas ideias e experiências para os nossos jogadores. Nós não podemos esperar para partilhá-los com a nossa comunidade". |
Com o fim da história Modern Warfare em Call of Duty: Modern Warfare 3, a série começa uma nova sub-série com Ghosts para coincidir com o lançamento da oitava geração de consolas no mercado. O jogo vai estrear um novo motor construído pelo produtor. Raven Software e Neversoft dão assistência à Infinity Ward na produção.A Activision espera que Ghosts tenha um desempenho pior que o titulo anterior Call of Duty: Black Ops II devido à transição para as consolas da nova geração.Call of Duty: Ghosts terá servidores dedicados para todas as plataformas.
A versão para Wii U está a ser produzida pela Treyarch em conjunto com a Infinity Ward.
Mas e ai,que saber mais,acesse:http://www.callofduty.com/ghosts
Trailer
E acompanhe nossa contagem regressiva...
Wii
Marcadores: Wii Seja o primeiro a comentar!
Em breve vou postar sobre jogos de Wii,é que estou sem tempo! Até...
Ou God...o Call of Duty Ghost vai ser lançados para Wii U,que surpresa a minha,pensei que esse jogo nunca sairá para o Wii ,mais vai sair,vejam vocês mesmos:
Ou God...o Call of Duty Ghost vai ser lançados para Wii U,que surpresa a minha,pensei que esse jogo nunca sairá para o Wii ,mais vai sair,vejam vocês mesmos:
Que Vídeo Foda...eu vou chorar buáaaaaaaaaaaaaaaaa,eu quero jogar ele!
Desculpa o Palavriado!
Já o Battlefield 4,Noop
Até o Black Ops 2 tem pra Wii U ,caramba em...
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